segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Linhas do Tempo.


"Às vezes, o DESTINO acaba criando...
... Enquanto tece o tempo...
E desembaraça a vida.
Na linha da vida...
No tempo e no espaço,
Uma linha escura...
Que nos separa." (J. Cruz

domingo, 8 de agosto de 2010

Ahhh! Bons Tempos Aqueeeeles...


... Em que a FANTA era amarela...
a gnt brincava de bola de meia
e a Maria Rosa andava comigo
na bicicleta cargueira
dando voltas na praça da bandeira.

"Ahhh, fanta, contigo gostosa
Ahhh, belíssima Maria Rosa...
Tanto tempo e ainda goza,
Da artes do meu juizo...
Quem te tem Maria Rosa,
Tem parte do paraíso.
Tudo, dá-se pra entendê...
Só não entendo, por quê...
Me deste aquele sorriso." (J. Cruz)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Apenas folha


"Não vi o Cometa Halley
Não fui na feira do samba
Não vi a vida passar
Nem sei se ela passou.
Não tive um dia de meu
Fiz uns versos mas nem li
Falava de uma menina
Que cantava na janela.
Enquanto seu pai dizia
Que o tempo ainda não chegou...
Acho que a vida é isso
Uma chama tênue de vela
Ou uma folha amarela
Que o vento inda não levou." (J. Cruz)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Repreensão...


"São Pedro recomenda a Bento...
Quem diria?!
A ter um olhar mais atento...
E buscar inspiração.
No Imaculado Coração
De Maria." (J. Cruz)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


"Meu céu e meu sol...
Minha solidão e meu cenário...
Perdido no imenso azul...
De um sol clarividente
Onde apenas se sente
A vida e seus relicários.
Imensa luz que reluz
Toda beleza da vida
Todas as vidas do mundo...
Todos os mundos vividos
Numa fração de segundos.
É quando se ouve canções
Noutras galáxias tocadas
Não pelas alturas imprimidas
Mas pelas grandes paixões sentidas
Ou nelas depositadas...
Vão voandos pelas vidas.
Meus cenários de sóis
Meus sóis e meus cenários...
De sonhos, sois cenas ários
Ários de sóis, sois vários
Sonhos IMAGEM nários.
Mundos de luzes e de cores
Minhas canções e amores
Meus sons, cheiros e vagueares...
Onde perco em meus olhares." (J. Cruz)

"Terra, da minha terra...
Que encerram minhas lembranças
Entre as curvas dessas serras...
Meus delírios de criança." (J. Cruz)