
Tempos belos
(J. Cruz)
Velho amigo,
Amigo velho...
Do tempo do ronca.
Tempos perdidos.
Processador de tempero...
Destemperadamente,
Quente,
Consequentemente...
Amigo de todos.
Longos tempos...
Sentávamos ao seu derredor
A contar histórias.
Até você se cançar...
Até você dormir.
Então, ainda com
Saudades de seu calor...
Ìamos também pra cama.
Processador de comida...
De calor...
De conversas amáveis...
Amigáveis...
Inúteis...
Talvez por isso
Você se cansava
E se fechava em cinzas.
Velho amigo,
Quanta saudade!
Tempos aléns...
Que não retornam nunca.
Dias se foram,
Amigos se foram...
Tempos se foram.
Somente a saudade,
Permanece alí...
De butuca.
Amigo velho...
Do tempo do ronca.
Tempos perdidos.
Processador de tempero...
Destemperadamente,
Quente,
Consequentemente...
Amigo de todos.
Longos tempos...
Sentávamos ao seu derredor
A contar histórias.
Até você se cançar...
Até você dormir.
Então, ainda com
Saudades de seu calor...
Ìamos também pra cama.
Processador de comida...
De calor...
De conversas amáveis...
Amigáveis...
Inúteis...
Talvez por isso
Você se cansava
E se fechava em cinzas.
Velho amigo,
Quanta saudade!
Tempos aléns...
Que não retornam nunca.
Dias se foram,
Amigos se foram...
Tempos se foram.
Somente a saudade,
Permanece alí...
De butuca.
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